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Ambulantes protestam contra remanejamento em São Luís

Camelôs protestam contra retirada do Centro de São Luís (Foto: Divulgação/ Letícia Castro)

O remanejamento de vendedores ambulantes da Praça Deodoro provocou protestos de vendedores ambulantes do município nesta segunda-feira (26). Com apoio de um carro de som, os trabalhadores informais se concentraram na Praça Deodoro e seguiram em passeata pelas ruas do Centro comercial da capital maranhense.

Os ambulantes foram retirados pela Blitz Urbana durante obras de reestruturação executadas pelo IPHAN, por meio do PAC Cidades Históricas do Governo Federal.  Eles seriam inicialmente colocados no Anel Viário ou na Praça Maria Aragão, o que gerou descontentamento e o protesto que interrompeu o trânsito na região.

O camelô Francisco Alves Sousa disse que trabalha há 15 anos na Rua Grande e reclama das providências adotadas pelo prefeito Edvaldo Holanda Júnior. “Eu pergunto a vocês, como compradores. Vocês iriam comprar alguma coisa na nossa mão no Anel Viário ou sair do Centro pra Maria Aragão? Essa proposta não ajuda a gente em nada”, reclamou.

Os manifestantes caminharam com cartazes e proferindo palavras de ordem e encerraram o movimento na Rua do Passeio. Sobre o protesto desta manhã, a Prefeitura de São Luís ainda não se pronunciou.

Realocação

Os trabalhadores devem ser realocados para a lateral do Liceu Maranhense. As obras de readequação do espaço, que antes comportava paradas de ônibus, foram iniciadas no dia 4 de janeiro. De acordo com o projeto, o local abrigara 357 barracas pequenas e duas grandes. Foram cadastrados para o remanejamento cerca de 300 vendedores da área Deodoro e das alamedas Gomes de Castro e Silva Maia.

VEJA O VíDEO (autoria: Letícia Castro)

Poltrona de ônibus em movimento se solta e passageira cai no chão

Poltrona soltou depois que ônibus passou por quebra-mola e por pouco passageira não se machuda

Uma passageira do transporte coletivo sofreu uma queda após a poltrona em que estava sentada ter se soltado com o ônibus em movimento. O caso foi registrado nesta quinta-feira (5), no conjunto São Raimundo, bairro de São Luís. Outro passageiro registrou a situação.

O ônibus fazia a linha São Raimundo/São Francisco e já apresentava sinais de má conservação. Quando o veículo passou por uma lombada, o banco onde a mulher estava sentada cedeu e ela chegou a cair, embora não tenha se machucado.

Alguns passageiros se revoltaram com a situação e questionaram a falta de fiscalização dos órgãos públicos para o descaso com o transporte público de São Luís e Região Metropolitana.

O Blog do Michel Sousa entrou em contato com a empresa responsável pela linha para saber se houve o recolhimento do veículo e se ela vai apurar as circunstâncias do acidente. No entanto, ninguém atendeu.

Avenida dos Africanos é interditada por populares

Moradores reclamam da falta de infraestrutura do bairro e do abandono do poder público na região

Alegando falta de infraestrutura e situação precária do sistema de galerias e de esgoto, moradores atearam fogo em pneus e pedaços de madeira, em sinal de protesto. A manifestação ocorre na altura do bairro do Coroado e interditou as duas vias da Avenida dos Africanos.

Segundo os manifestantes, a Prefeitura de São Luís chegou a iniciar uma obra de drenagem e novas galerias no bairro, mas nenhum serviço foi efetivamente realizado até o momento. A comunidade sofre com alagamentos constantes e reivindicam melhorias há cinco anos.

O trânsito está lento em decorrência da manifestação e outras vias também sofreram com o protesto. A Avenida Daniel de La Touche, dos Franceses e Jerônimo de Albuquerque também sofreram transtornos. Motoristas tentam utilizar rotas alternativas para escapar do congestionamento.

Protesto visa chamar a atenção do poder público

A Polícia Militar já chegou ao local para negociar com os manifestantes e tentar desobstruir o trânsito na avenida. Manifestantes querem a presença de representantes da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes.

Vale lembrar que sete dias atrás moradores dos bairros do Filipinho, Sítio Leal, Coroado, Redenção, João Paulo, Jordoa e Quintas do Machado protestaram por melhoria do asfalto e por outras obras de infraestrutura e saneamento básico.

Há uma semana moradores do Coroado participaram de protesto na Avenida São Marçal

A Prefeitura de São Luís ainda não se manifestou sobre o novo protesto, que desta vez interditou as duas vias da Avenida dos Africanos.

Moradores protestam contra mudança no trânsito no Turu

Moradores protestam contra mudanças no trânsito da Avenida General Arthur Carvalho

Moradores do Turu interditaram um trecho da Avenida General Arthur Carvalho em protesto contra as modificações no trânsito implantadas pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte (SMTT), no começo de setembro. Eles ficaram no meio da pista para bloquear a passagem de veículos.

Os manifestantes querem a inversão das mudanças no sentido do trânsito da avenida, fazendo com que a via volte a ser mão dupla novamente. A mudança na Arthur Carvalho permite o trânsito somente para quem trafega se dirigindo ao Parque Vitória, fechando o sentido oposto.

Além da readequação do trânsito, a prefeitura realizou a reordenação das paradas de ônibus, o que gerou ainda mais revolta por causa da falta de acessibilidade à cadeirantes, além de aumentar o risco de assaltos devido ao pouco movimento do novo local, que fica localizado próximo a um matagal.

“O engarrafamento da São Luís Rei de França não é por causa da (Avenida) Arthur Carvalho. Eu e outras pessoas fomos até à SMTT, mas o Canindé se recusa a ouvir nossas reivindicações. Eles sobrecarregaram a Pai Inácio, tiraram o engarrafamento dos olhos de todos e colocaram para dentro do bairro, ou seja, quem sofre são os moradores”, desabafou Maria Furtado, moradora de um dos condomínios prejudicados com a alteração do trânsito.

Pessoas que moram nos condomínios prejudicados pelas alterações participaram da manifestação. Por causa da interdição o trânsito ficou complicado. O Blog do Michel Sousa entrou em contato com a Prefeitura de São Luís e ainda aguarda o posicionamento sobre o assunto

A via foi desbloqueada após a chegada da Polícia Militar.

Veja o vídeo enviado por um dos manifestantes:

Moradores da Redenção e bairros adjacentes unem forças para pedir asfalto nas comunidades

Moradores da Redenção e bairros adjacentes se reuniram novamente com o vereador Marcial Lima

Em uma nova reunião realizada na noite desta terça-feira (12) na quadra do bairro do Filipinho, em São Luís, moradores daquela região e de localidades adjacentes, como Redenção, Jordoa, Sítio Leal, Coroado e Quinta dos Machados, decidiram unir forças para pedir asfalto nessas comunidades.

Um ato público foi agendado para ser realizado no próximo dia 23, com faixas que conterão o teor da indignação das pessoas que ali residem.

Os moradores dessas comunidades se reuniram com o vereador Marcial Lima (PEN), que gentilmente aceitou o pedido e se encontrou com os populares, já que a Prefeitura até agora agiu de maneira totalmente indiferente. Na quadra, o parlamentar ouviu as reclamações das pessoas, cujo ponto em comum girava em torno da questão da infraestrutura dos bairros mencionados.

Naqueles locais, as ruas estão completamente precárias, com buracos e até mesmo verdadeiras crateras, que, além de deixarem a paisagem esteticamente horrível, também contribuem para acidentes e incidentes diários.

Ao fim do encontro, os presentes à reunião resolveram protestar sem violência naquela região, com faixas que serão espalhadas por vários cantos da Redenção e áreas adjacentes.

Até lá, os moradores esperam que a Prefeitura se antecipe e envie as máquinas para começar o processo de asfaltamento dos bairros citados, a fim de oferecer uma vida digna à quem ali reside e trabalha para ganhar o pão de cada dia honestamente.

Vereador Marcial Lima se reúne com moradores da Redenção sobre asfalto nas ruas

Vereador se reuniu com os moradores para ouvir as necessidades da comunidade

Na noite desta terça-feira (5), o vereador Marcial Lima (PEN) se reuniu com os moradores do bairro da Redenção, que fica na região do Filipinho, em São Luís, no salão da Igreja Nossa Senhora de Fátima, localizada na Rua 2. Na ocasião, o parlamentar ouviu a população sobre as ruas da localidade, que estão precárias, sendo que já faz 10 anos que a comunidade não recebe asfalto nas vias.

Durante o encontro, os moradores falaram sobre suas indignações acerca do descaso com que a Prefeitura de São Luís tem pelo bairro, ou melhor, por toda a cidade. Nem na época de campanha eleitoral, no ano passado, o prefeito Edvaldo Holanda Júnior prometeu realizar uma pavimentação asfáltica na Redenção, deixando a comunidade “jogada às cobras”. As ruas da área estão completamente decadentes, com buracos em vários trechos.

Camadas de asfalto só podem ser vistas em poucos trechos, mas, ainda assim, está desaparecendo. A situação está mais grave na 3ª Travessa da Rua 2, já na fronteira com o bairro do Coroado, onde um esgoto estourado jorra água podre o dia inteiro, espalhando doenças para os habitantes que residem ali perto. Naquele ponto, um “rio” se forma e, pelo que tudo indica, é perene, pois a Prefeitura de São Luís nem ao menos deu sinal de que uma equipe vai solucionar o problema.

O vereador ouviu atentamente a população, e disse que vai reforçar os pedidos dos populares na Câmara Municipal, a fim de que o Poder Executivo Municipal tome alguma atitude, tendo em vista que as máquinas estão posicionadas na Avenida São Marçal, nos arredores da Redenção, Filipinho e Sítio Leal, pois, recentemente, aquela avenida recebeu uma camada asfáltica, mas, no interior dos referidos bairros, nada foi feito, como se o local fosse abandonado.

Uma nova reunião foi agendada com o vereador Marcial Lima na próxima terça-feira (12), na quadra do bairro do Filipinho, para tentar unir as comunidades que existem ali, com o objetivo de gerar mais força ao movimento.

Professores em greve ocupam Secretaria da Educação de São Luís

Professores ocupam Semed em São Luís

Em greve desde o último dia 1° de agosto, os professores de escolas municipais de São Luís, ocuparam, na manhã desta quinta-feira (24), a sede da Secretaria Municipal da Educação da cidade. Eles querem reajuste salarial de 7,64%, índice referente ao reajuste do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Além disso, reivindicam melhoria da infraestrutura das escolas, construção de creches, qualidade da alimentação e transporte escolar, segurança nos ambientes escolares e quitação das perdas salariais de 2012 a 2016 que somam 16,7% são reivindicadas pela categoria.

A ocupação ocorreu por volta das 10 horas depois de marcharem em direção a Semed (Relembre). Com faixas e bandeiras com as inscrições: “Sem valorização, não tem educação”, “O professor valoriza a educação, o prefeito não” e “Dignidade ao professor”, cerca de 500 educadores estão dentro da sede da secretaria e só vão desocupar o prédio após serem recebidos pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior.

Um professor, que pediu para não ser identificado, informou que uma das razões para o início da greve foi por conta de o município se recusar a pagar o retroativo aos professores.

“Os professores sofrem pressão. Eles falam que os alunos vão ser prejudicados, que vão ficar sem merenda e sem transporte”, conta um professor que também pediu para não ser identificado.

A prefeitura de São Luís ainda não se manifestou sobre a ocupação e nem sobre as reivindicações dos professores.

A categoria estima que mais de 1800 professores da rede municipal de ensino já aderiram ao movimento (Mano Costa/TV Mirante)

Entenda o caso
A greve começou no dia 1º de agosto e até agora a Secretaria Municipal de Educação (Semed) não se reuniu com a categoria para discutir o fim do movimento paredista.

Segundo o Sindeducação, um ofício de reabertura da mesa de negociações foi enviado a Secretaria Municipal de Educação (Semed), mas ainda não houve retorno sobre esta possibilidade. A categoria estima que mais de 1800 professores da rede municipal de ensino já aderiram ao movimento.

A Justiça do Maranhão determinou, no último dia 8 de agosto, que os servidores da educação do município de São Luís encerrem a greve e voltem imediatamente às salas de aula, sob multa diária de R$ 100 mil reais. Após a determinação da Justiça, os professores em assembleia resolveram recorrer da decisão judicial imposta. (Reveja)

Veja o vídeo da ocupação

Professores de São Luís anunciam marcha após 23 dias de greve

Professores vão realizar marcha até à Prefeitura de São Luís

Após 23 dias e greve, os professores da rede municipal de educação vão marchar em direção a Prefeitura de São Luís nesta quinta-feira (24). A manifestação está prevista para ter início às 8h, com concentração em frente à Igreja do São Francisco, na capital. A organização disse ao Blog do Michel Sousa que a marcha será em prol dos direitos reivindicados no movimento grevista.

Os professores pedem um aumento salarial de 7,64%, índice referente ao reajuste do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Além disso, a melhoria da infraestrutura das escolas, construção de creches, qualidade da alimentação e transporte escolar, segurança nos ambientes escolares e quitação das perdas salariais de 2012 a 2016 que somam 16,7% são reivindicadas pela categoria.

A categoria estima que mais de 1800 professores da rede municipal de ensino já aderiram ao movimento (Mano Costa/TV Mirante)

A presidente do sindicato, Elisabeth Castelo Branco, explica que a categoria cobra a reforma de escolas por meio do dinheiro do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que foi repassado para a Prefeitura de São Luís. “Não só melhoria com as escolas que já existem, mas principalmente o recurso que veio do FNDE para a construção de 25 creches, 20 escolas e 9 quadras. É isso que nós queremos”, explica.

Entenda o caso

A greve começou no dia 1º de agosto e até agora a Secretaria Municipal de Educação (Semed) não se reuniu com a categoria para discutir o fim do movimento paredista.

Segundo o Sindeducação, um ofício de reabertura da mesa de negociações foi enviado a Secretaria Municipal de Educação (Semed), mas ainda não houve retorno sobre esta possibilidade. A categoria estima que mais de 1800 professores da rede municipal de ensino já aderiram ao movimento.

Justiça determinou o término imediato da greve no último dia 8 de agosto

A Justiça do Maranhão determinou, no último dia 8 de agosto, que os servidores da educação do município de São Luís encerrem a greve e voltem imediatamente às salas de aula, sob multa diária de R$ 100 mil reais. Após a determinação da Justiça, os professores em assembleia resolveram recorrer da decisão judicial imposta. (Reveja aqui)

Taxistas protestam contra aplicativos de transporte particular

Taxistas interditaram a cabeceira da Ponte do São Francisco e parte da Avenida Beira-Mar (Foto: Gilson Ferreira)

Um grupo de taxistas realizou um protesto, na manhã desta segunda-feira (21), contra os serviços de transporte particular de passageiros em São Luís. Eles pedem mais fiscalização diante os aplicativos de transporte como o Uber e o Yet Go.

De acordo com a organização do ato, centenas de taxistas participaram da carreata. A Polícia Militar acompanhou o ato, mas não divulgou números. A concentração começou por volta das 4h, no bairro Alemanha, saindo em direção ao Detran-MA, na Vila Palmeira.

Homens da Polícia Militar acompanham o protesto dos taxistas que pedem fiscalização contra Uber (Foto: Gilson Ferreira)

O comboio percorreu as avenidas dos Franceses, Getúlio Vargas e estão interditando um trecho da Beira-Mar, na cabeceira da Ponte Governador José Sarney, que interliga o São Francisco ao Centro da capital maranhense.

De acordo com os manifestantes, a via continuará interditada até que um representante da Prefeitura de São Luís vá até o local para dialogar com a categoria. Os taxistas reclamam que cerca de 80% das corridas foram prejudicadas após a chegada dos aplicativos de transporte.

O Blog do Michel Sousa entrou em contato com a Prefeitura de São Luís, mas ainda não obteve resposta. As vias continuam bloqueadas e o trânsito está congestionado em diversos pontos. (Aguarde mais informações)

Entenda o caso

A polêmica do Uber em São Luís começou ainda em 2015, ano que iniciou na Câmara dos Vereadores a tramitação de um projeto de lei que versava sobre o tema e que proibia o serviço. A proposta chegou a ser apreciada e aprovada pela Casa e, no ano passado, foi encaminhada para sanção ou veto do prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior (PDT). No entanto, o gestor se omitiu e a matéria voltou para a apreciação legislativa.

Taxistas dizem que “estão passando fome” por causa do Uber

No dia 26 de abril deste ano, sob pressão de categorias como a dos taxistas, a Câmara aprovou a legislação, proibindo o serviço na capital maranhense. Um dia após a promulgação da Lei nº 429, uma Ação Popular foi protocolada na Justiça, requerendo a revogação da então lei aprovada que restringia o Uber. O pedido foi encaminhado para a Vara de Interesses Difusos e Coletivos da capital e negado pelo juiz Manoel Matos de Araújo Chaves.

Cronograma dos fatos

2 de fevereiro – Uber começa a funcionar em São Luís

22 de fevereiro – SMTT se posiciona pela primeira vez contra o Uber

2 de março – Internautas fazem abaixo-assinado para manter Uber em SL

11 de abril – Taxistas promovem protesto contra o Uber

26 de abril – Câmara promulga lei que proíbe o Uber

28 de abril – Uber ignora lei e reafirma que manterá as atividades

6 de maio – Lei que proíbe Uber é publicada no DOM

25 de maio – Prefeitura intensifica apreensões contra o Uber

3 de junho – MP afirma que Uber segue padrões legais

20 de junho – Prefeitura recua e decide suspender apreensões de veículos Uber

19 de julho – Termina prazo para que Prefeitura se manifeste sobre o Uber

24 de julho – Uber anuncia expansão do serviço no Maranhão

Fórum Permanente vai debater a revitalização do canal Turu

Fórum vai debater soluções para revitalizar o Canal Turu

Uma oportunidade para debater e encontrar soluções para problemas da capital maranhense. Esse é o principal objetivo do Fórum Permanente, ação idealizada pelo vereador Marcial Lima (PEN), que será lançada no próximo sábado (19), às 9h, no bairro do Turu. A iniciativa quer aproximar políticos da comunidade e, consequentemente, por fim a problemas antigos existentes em vários bairros da capital. O debate de sábado deverá contar com a participação outros vereadores, de deputados estaduais e federais e de secretários municipais e estaduais.

A ideia é seguir o conceito do fórum e torná-lo permanente em São Luís. O bairro do Turu será a primeira localidade a ter este tipo de ação. Em pauta, uma discussão sobre um dos problemas que mais incomodam que mora na região: o Canal do Turu. A urbanização dessa área representa qualidade de vida, lazer, criação de emprego e renda. Porém, na situação atual, o desenvolvimento do bairro é bastante comprometido.

Devido à importância do debate, toda a classe política foi convidada a participar do encontro no Turu. Para o vereador Marcial Lima, é o momento de conscientizar os deputados para que a situação neste bairro de São Luís possa ser resolvida, tendo em vista que os parlamentares têm até o dia 20 de outubro para destinar emendas ao Maranhão.

“Os nossos deputados federais têm até o dia 20 de outubro para destinar emendas parlamentares para a nossa capital e estamos pedindo, recomendando, que eles possam fazer emendas de partido ou emendas de bancada para ajudar o Canal do Turu, ajudar São Luís de um modo geral. Essa é uma corrente para frente”, afirmou Marcial Lima.

Fórum Permanente

O Fórum Permanente é uma iniciativa que pretende chegar a outros bairros de São Luís. Dentre as ações que estão programadas para os próximos meses, destaque para o debate sobre a criação de um Batalhão de Polícia Militar no Cohatrac para atender ao bairro e às áreas adjacentes. As discussões também serão levadas para a zona rural da capital.

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