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Homem marca encontro e é morto após ter carro roubado na Litorânea

Fernando foi morto após ter carro roubado. Veículo tem placa de Belo Horizonte-MG, QNA-4506, e seria alugado segundo a polícia. (reprodução: TV Mirante)

Fernando Tadeu Costa da Silva, de 53 anos, foi morto por pauladas e facadas, na noite dessa segunda-feira (23), na Avenida Litorânea, em São Luís. Quatro pessoas foram presas suspeitas de envolvimento no crime cometido para roubar o veículo da vítima.

Segundo a polícia, Fernando havia marcado um encontro com Andréa da Silva Ferreira, de 23 anos. Ela atraiu a vítima para o local, onde Glaubert Ferreira Silva, de 18 anos, Jorge Anderson Veloso Barbosa, de 22, e Ramon Façanha Gomes, também de 22 anos, os esperavam.

Os bandidos abordaram Fernando e o espancaram com pauladas e facadas. Os quatro fugiram logo na sequência. A vítima chegou a ser socorrida, foi levada para o Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão I), mas não resistiu e morreu.

Ainda na noite de segunda-feira, a Polícia Militar tomou conhecimento do crime e iniciou o monitoramento do veículo. A perseguição terminou com a prisão de quatro suspeitos, que foram levados ao plantão e autuados em flagrante. Com eles, foi apreendido um carro de passeio e pertences da vítima.

O caso foi registrado no Plantão de Polícia Civil das Cajazeiras, no Centro de São Luís. Até as primeiras horas da manhã desta terça, ninguém da família havia procurado a delegacia.

Motoristas da Uber protestam contra projeto de lei em trâmite no Senado

Motoristas se reuniram na Avenida Litorânea

A decisão do Senado em votar com urgência o Projeto de Lei Complementar 258/2017 que trata da regulamentação dos serviços de transporte particular por aplicativo, como a Uber e a 99 Pop, deixou os motoristas preocupados. Um grupo de profissionais de São Luís se reuniu na Avenida Litorânea, na manhã desta segunda-feira (30), para protestar contra o projeto.

Carlos Roberto, 32 anos, que é motorista da Uber na Capital, é um dos condutores engajados na manifestação. Ele e os colegas alegam que, se aprovado, o projeto de lei não só vai limitar o trabalho deles como impossibilitar que boa parte dos motoristas continue sobrevivendo do serviço privado.

A opção de trabalho pelo aplicativo salvou a renda familiar de Roberto. É que, há cerca de um ano, ele precisou fechar a lojinha da família por força da crise econômica. Desde então, divide a renda com a esposa para dar conta das despesas da casa e dos gastos com a filha de 6 anos.

A exigência de que os carros circulem com placas vermelhas, que são concedidas e controladas pelo poder público como ocorre com o táxi, é um dos pontos que incomoda os motoristas. Além disso, os profissionais não querem que a lei limite a atuação de veículos emplacados no município de atuação.

Dessa forma, os motoristas só poderiam atuar na cidade de origem do carro. Roberto acredita que essa determinação pode reduzir pela metade a oferta de veículos, o que impactaria diretamente na agilidade do serviço. “Isso mata a lógica na prestação de serviço. Se eu vou até São Luís levar alguém, por exemplo, eu preciso trazer outro passageiro de lá. Mas, se não for permitido porque a minha placa é de São José de Ribamar, eu vou voltar com o carro vazio, aí não compensa”, lamentou.

O projeto foi discutido na última terça-feira (24) em reunião extraordiária na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT). Como não houve consenso entre os senadores, o PLC seguiu para o Plenário. A votação está prevista na pauta da sessão desta terça-feira (31).

Além do PLC 28/2017, estava em análise um projeto substituto do senador Pedro Chaves (PSC-MS) que compilava outros três projetos sobre o mesmo tema. Esse PS é considerado mais flexível pela Uber, por não exigir placas vermelhas. Segundo a comunicação do Senado, os parlamentares esperam chegar a um acordo sobre o texto original até a data da votação.

Veja o posicionamento da Uber sobre os projetos em trâmite:

A Uber informou no início do mês que os aplicativos de mobilidade têm se unido para chamar a atenção dos senadores para o impacto negativo do PLC 28/2017. O aplicativo considera que a proposta contém medidas que “inviabilizam o uso dos aplicativos por aumentarem a burocracia e fazerem exigências como o licenciamento com placas vermelhas”.

Por meio das redes sociais, com a campanha #JuntosPelaMobilidade, os aplicativos pediram assinaturas dos motoristas e usuários em um abaixo assinado para que a regulação seja democrática e moderna.

Sobre o novo texto do senador Pedro Chaves (PSC-MS), a Uber considerou um avanço a retirada da obrigatoriedade do registro dos veículos na categoria “aluguel” com placas vermelhas e entendeu que a proposta trouxe regras sobre qualidade e segurança do serviço, como sobre a checagem de antecedentes criminais e a avaliação em tempo real pelos passageiros.

Polícia investiga assassinato de funcionário do Ibama na Av. Litorânea

Polícia trabalha com três linhas de investigação: latrocínio, briga de bar e execução

A Superintendência Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP) investiga o assassinato do funcionário público Ademar Moreira Gonçalves, de 36 anos, morto na noite do sábado (14), com um tiro nas costas enquanto dirigia na Avenida Litorânea.

Segundo a polícia, após ser alvejado, o funcionário público perdeu o controle do veículo que dirigia e atingiu mais dois carros e uma motocicleta. A vítima ainda chegou a ser socorrida, mas não resistiu ao ferimento e morreu no local. No momento do crime, a Avenida Litorânea estava movimentada e o trânsito era lento.

A superintendência de homicídios trabalha com três linhas de investigação: crime ocasionado por um desentendimento em um bar; reação a uma tentativa de assalto; e execução. , A Secretaria de Segurança Pública (SSP-MA) informou que não irá mais dar detalhes sobre o caso, que será investigado em sigilo.

Ademar Moreira Gonçalves era natural de Porto Nacional no Tocantins e trabalhava como funcionário público na sede do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) em São Luís.

Agente penitenciário é executado na Avenida Litorânea

Agente foi executado no fim da tarde deste domingo

Um agente penitenciário temporário foi assassinado no fim da tarde deste domingo (9) na Avenida Litorânea São Luís. Jorge Luís Lobo da Cunha, 38 anos, era lotado no Centro de Detenção Provisória (CDP) e foi morto a tiros.

O funcionário do sistema prisional era morador do bairro Bequimão e estava ao lado da esposa e amigo, quando foi assassinado em plena luz do dia, em um dos pontos de maior fluxo de turistas de São Luís.

O autor dos disparos? Idael Melo Roxo que acabou preso por homens da Polícia Militar após ser identificado por testemunhas e conduzido para o Plantão de Polícia Civil das Cajazeiras, onde foi autuado por homicídio, o segundo em menos de um ano.

Idael foi preso por homicídio pela segunda vez em menos de um ano

Em setembro do ano passado, Idael matou a tiros o mototaxista Genilson Lopes de Oliveira na Avenida Daniel de La Touche. Na ocasião foi preso, mas três meses depois acabou ganhando a liberdade e voltando para o mundo do crime.

Carro capota após bater em poste na Avenida Litorânea

Carro capotou após motorista bater em poste

Um motorista bateu o carro em um poste de iluminação pública e capotou na manhã desta terça-feira (6), na Avenida Litorânea, em São Luís. Não há informações sobre o que pode ter provocado o acidente.

O condutor foi retirado do carro por pessoas que estavam perto do local do capotamento. Após bater no poste, o carro capotou e interrompeu parcialmente o trânsito. De acordo com a testemunhas, o motorista recebeu atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e da Polícia Militar.

Motorista bateu carro em poste e depois capotou carro

Ele foi encaminhado para um hospital de São Luís, mas com ferimentos graves. Não há informações sobre o estado de saúde dela.

Na Avenida Litorânea existia um redutor de velocidade que multava os condutores que ultrapassassem a velocidade de 60 km/h. Sem o equipamento e ninguém para fiscalizar, o desrespeito ao limite estabelecido é grande.

Motorista teve ferimentos graves

Os fotossensores, popularmente conhecidos como pardais, foram retirados de algumas das principais avenidas de São Luís, deixando os motoristas livres para cometerem infrações.

Retirada

A retirada desses equipamentos deve-se à uma dívida de R$ 3,4 milhões que a Prefeitura de São Luís tem com a empresa Arco Sinal, responsável pela instalação dos equipamentos. Com não foi efetuado o pagamento, a empresa por sua vez removeu os equipamento.

Os equipamentos eletrônicos foram instalados em São Luís em abril de 2014. Na ocasião, foram colocados 16 fotossensores nas principais vias da cidade e a atividade foi feita pela empresa paulista Arco Sinal, especialista em sinalização viária.

Veja o vídeo abaixo:

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