Emerson foi atropelado e arrastado por 20 metros por carro desgovernado

O músico Emerson Macedo Pereira, 29 anos, atropelado na Estrada de Ribamar, próximo a ao Condomínio Vitória, na Forquilha, segue em estado grave. O acidente aconteceu na madrugada do último dia 17 de junho. De acordo com informações da família, Emerson estava aguardando para fazer uma troca de pneu, quando foi surpreendido por um carro desgovernado.

Emerson foi socorrido por dois amigos, que tiveram que levantar o carro para retirar a vítima que foi arrastada por 20 metros e ficou bastante ferida. O motorista que causou o acidente foi identificado como Edmar Carvalho da Silva e dirigia um veículo Etios de cor cinza, placas PSI 5583. Após o acidente, além de não prestar socorro à vítima ainda fugiu do local em uma van.

O músico foi levado ao Hospital Clementino Moura (Socorrão II) com fratura do fêmur, mas dois dias depois teve complicações: ficou hipertenso, teve pneumonia, problemas renais e contraiu uma bactéria. Acabou sendo submetido a uma nova cirurgia para impedir que infecção comprometesse outros membros.

Motorista disse que dormiu ao volante, afirmam familiares de vítima

No dia do acidente, Edmar Carvalho teria dormido ao volante e acabou atropelando o músico, segundo família e amigos da vítima. Por causa da colisão os dois veículos ficaram parcialmente destruídos. O caso foi registrado no Plantão Central e deve ser encaminhado para a Delegacia de Acidente de Trânsito (DAT).

A família diz que espera que Justiça seja feita e que o motorista responsável pelo acidente seja punido dentro dos rigores da lei. “O Emerson estava voltando do trabalho e infelizmente foi vítima de uma pessoa imprudente, que não teve a decência de prestar socorro. O estado de saúde dele ainda é grave, esperamos agora que ele se recupere e que seja transferido para um hospital especializado”, afirmou o primo da vítima, Ecton Jhony.

Pena maior para motorista bêbado

Em vigor desde abril, a Lei 13.546/2017 ampliou as penas mínimas e máximas para o condutor de veículo automotor que provocar, sob efeito de álcool e outras drogas, acidentes de trânsito que resultarem em homicídio culposo (quando não há a intenção de matar) ou lesão corporal grave ou gravíssima.

A nova legislação, sancionada pelo presidente Michel Temer em dezembro do ano passado, modificou artigos e outros dispositivos do Código Brasileiro de Trânsito (Lei 9.503/1997). Antes, a pena de prisão para o motorista que cometesse homicídio culposo no trânsito estando sob efeito de álcool ou outras drogas psicoativas variava de 2 a 5 anos.

Com a mudança, a pena aumenta para entre 5 e 8 anos de prisão. Além disso, a lei também proíbe o motorista de obter permissão ou habilitação para dirigir veículo novamente.

Já no caso de lesão corporal grave ou gravíssima, a pena de prisão, que variava de seis meses a 2 anos, agora foi ampliada para prisão de 2 a 5 anos, incluindo também a possibilidade de suspensão ou perda do direito de dirigir.

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