Dois fugitivos eram assaltantes de banco e faziam parte do grupo que motivou o ataque em Pedrinhas.

Dois fugitivos da Unidade Prisional de Ressocialização de São Luís 6 (UPSL 6), antigo CDP do Complexo Penitenciário de Pedrinhas foram mortos em troca de tiros com policiais da Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico, Centro Tático Aéreo e Polícia Militar no fim da tarde desta terça-feira (23).

Os presos identificados como Valdemir Laurindo Flores e Ronalth Correia Coelho eram assaltantes de banco e faziam parte do grupo que motivou a operação de resgate registrado ao presídio, quando foram usados explosivos para abrir um buraco no muro do CDP.  (Reveja)

Eles estavam escondidos na residência do líder do tráfico na Vila Conceição, um homem identificado como Leonilson dos Santos Nascimento, o Codó. Um fuzil e uma pistola que foram usados durante a fuga, no fim de semana, foram apreendidos na casa de Leonilson.

Fuzil usado no ataque a Pedrinhas

Durante a operação comandada pela Senarc, dois policiais civis também foram baleados, mas não correm risco de morte.

Dos 32 presos que fugiram do Complexo de Pedrinhas, 12 foram recapturados, cinco foram mortos e 15 continuam foragidos, segundo informou a Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic).

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No começo da tarde, outros dois fugitivos voltaram ao sistema prisional: Alisson Pereira Lima, 22 anos, e Kassio Girdeu Carvalho Ribeiro, 33 anos, recapturados em uma área de mangue no Quebra Pote, zona rural de São Luís. (Reveja)

Dois fugitivos capturados no Quebra Pote

Outro preso foi recapturado em Rosário, enquanto viajava em um ônibus. Paulo de Caldas, natural do Ceará, também estava foragido e é assaltante de banco. Ele foi preso por homens do 7º Comando Independente da Polícia Militar.