Date: 2 de maio de 2018

Fotógrafo expõe no hall da Assembleia Legislativa ‘Belezas da Costa Amazônica Maranhense’

Localizada na divisa do Maranhão com o Pará, esta região compreende o Golfão Maranhense

Pouco conhecida da maioria dos maranhenses e até confundida com outra região do estado, a Ilha dos Lençóis, sua biodiversidade natural e seus habitantes, estará em exposição entre os dias 7 e 30 deste mês no hall principal da Assembleia Legislativa. Nesse período, o fotógrafo Marinelton Cruz apresentará seu trabalho “Costa Amazônica Maranhense”, com mais de uma dezena de painéis.

Localizada na divisa do Maranhão com o Pará, esta região compreende o Golfão Maranhense (Baía do Tubarão, Região do Munim, a Ilha de São Luís, Alcântara e a Baía de Cumã) e o Litoral Ocidental, a oeste de São Luís. Dentro dela está a extensa Área de Proteção Ambiental (APA) das Reentrâncias Maranhenses, que abriga o Polo Eco turístico da Floresta dos Guarás e o Polo Amazônia Maranhense.

Essa parte do litoral abriga um sítio Ramsar (Convenção sobre as Zonas Húmidas de Importância Internacional), a Rede Hemisférica de Reservas para Aves Limícolas, o Farol de São João (o segundo em importância para a navegação brasileira), a lendária Ilha dos Lençóis (morada definitiva da encantaria sebastianista no Maranhão) e o parcel de Manoel Luís, que em 1991 foi transformado no primeiro parque estadual marinho do Brasil e é o maior banco de corais da América do Sul. Comporta ainda a reserva extrativista marinha do município de Cururupu.

Segundo Marinelton Cruz, esta importante região encontra-se com pouca visibilidade. “Suas particularidades naturais e humanas precisam de destaques para favorecer ações de desenvolvimento socioculturais sustentáveis”, avalia o fotógrafo.

No ano passado, a exposição Costa Amazônica Maranhense foi apresentada no Convento das Mercês e as fotografias foram doadas para a Fundação da Memória Republicana (FMR). Essa será a primeira vez que o conjunto da obra será levada para local externo à Fundação, o que deverá ocorrer outras vezes.

Robótica: alunos fazem “vaquinha” para torneio internacional

Alunos se classificaram para evento internacional após Torneio Juvenil de Robótica de 2017

Um grupo de estudantes do Instituto Federal do Maranhão, do Campus Monte Castelo, em São Luís, realiza uma ‘vaquinha online’ para arrecadar recursos e custear as despesas de uma viagem para participar do Torneio Internacional de Robôs (ITR), que será realizado de 6 a 9 de junho em São Paulo, na Universidade ENIAC.

O evento é a principal competição da área e conta com participações de estudantes de todo o mundo. A equipe maranhense vai se apresentar em duas modalidades: sumô e viagem ao centro da terra. O torneio é um evento dedicado para difusão da Robótica no ambiente escolar da Educação Básica até a Educação Superior.

Composta por três alunos do curso Sistemas de Informação do IFMA – Alan Jucá, Kelly Ribeiro, Yasmim Araújo – a equipe é uma das classificadas na final nacional do TJR Torneio Juvenil de Robótica de 2017, ou seja, uma das melhores colocadas por nível em cada desafio conforme constam nos resultados publicados, e demais equipes oriundas de outros países.

No entanto, para ir até São Paulo, mostrar e defender os resultados de suas pesquisas, o grupo precisa arrecadar R$ 3 mil. A ‘vaquinha’ servirá para pagar passagens aéreas, além de auxiliar com parte do custo de hospedagem e alimentação de todos os membros da equipe durante os quatro dias do torneio.

“A gente quer ir à competição não só para competir. Queremos apresentar nosso trabalho e mostrar nosso potencial. Pedimos a ajuda de vocês. Quem não puder doar, pode compartilhar e mandar para conhecidos, o que já nos ajuda bastante também”, explica o integrante da equipe Alan Jucá, de 20 anos.

Contribuição
Para contribuir, o internauta deve CLICAR AQUIA equipe maranhense do IFMA vai participar da competição de robótica em duas modalidades. Sumô e viagem ao centro da terra. A primeira consiste em programar um robô para tirar o adversário do ringue. Já na categoria ‘viagem ao centro da terra’, o robô é programado para seguir um percurso, resgatar uma “vítima” e voltar, tudo isso seguindo uma linha.

“Estamos ansiosos e felizes em participar de um dos maiores eventos de robótica do mundo. Mostrar para todos que também temos conhecimento sobre tecnologia e ciência e que a cada dia estamos avançando nesta área de conhecimento”, disse a estudante Yasmin.

De acordo com o professor e coordenador da equipe, Santiago Sinézio Andrade Filho, a participação dos estudantes nestas duas competições mundiais possibilita uma interação com novas tecnologias, culturas diferenciadas e uma experiência única.

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