Date: 14 de julho de 2017

Suspeito morre em tiroteio com policiais militares em São Luís

    Suspeito morreu em confronto com a polícia

Um jovem de 19 anos morreu durante confronto com a Polícia Militar na tarde desta sexta-feira (14) no bairro Cantinho do Céu.  Ele foi identificado como Matheus Cunha Costa e apontado como um responsável pela venda de drogas e com envolvimento em diversos roubos de carros e residências.

Segundo a Polícia Militar, os policiais do Batalhão Tiradentes avistaram Matheus em companhia de outro comparsa e decidiram fazer a abordagem dos suspeitos. Neste momento, os dois começaram a atirar contra os militares, que revidaram os disparos.

Matheus foi alvejado no pescoço, enquanto o comparsa conseguiu fugir. Ele foi levado para o Hospital Djalma Marques (Socorrão 1), mas não resistiu ao ferimento e morreu. Durante a troca de tiros, um dos disparos acertou o paralama da motocicleta de um dos policiais.

Com o suspeito, a polícia encontrou uma pistola e cinco munições. Atualmente, o suspeito atuava na venda de drogas, além de ter envolvimento em diversos roubos de carros e residências.

O corpo de Matheus foi levado para o Instituto Médico Legal para ser submetido a necropsia e em seguida liberado para a família.

Para fugir da polícia, suspeito abandona filha no telhado de casa

Comparsa do suspeito acabou preso e levado para a delegacia

Um traficante em fuga abandonou a filha de cinco anos em cima do telhado da casa do vizinho na tarde desta sexta-feira (14), na Vila Isabel, na área Itaqui Bacanga, em São Luís. O suspeito foi identificado como Mailson de Jesus Santos, 22 anos, e possui extensa ficha criminal.

Segundo a Polícia Civil, homens do Grupo de Serviço Avançado do 1º batalhão da Polícia Militar foram até a casa usada como boca de fumo para tentar prender Rogério Silva Viegas, 25 anos, e Maílson de Jesus, suspeitos de tráfico de drogas e de outros crimes na comunidade.

Os policiais cercaram a residência dos suspeitos na Rua Vinicius de Moraes, para prendê-los, porém, um deles decidiu não se entregar.  Mailson de Jesus Santos pegou a droga, a filha de cinco anos e fugiu pelos telhados das casas ao redor da sua.

Durante a perseguição, os policiais ouviram um choro de criança e constataram que o suspeito abandonou a própria filha no telhado da casa e fugiu levando apenas os entorpecentes.

O suspeito Rogério acabou sendo detido. Ele é cunhado de Maílson e acabou sendo conduzido para o 5º Distrito da Polícia Civil, na Avenida dos Portugueses. Na casa dos suspeitos a polícia encontrou desbloqueadores de celular, balança de precisão e quantia em dinheiro ainda não informada.

A criança foi entregue aos cuidados do Conselho Tutelar.

Justiça diz que pedido de cassação de Dutra é improcedente

Domingos Dutra (PCdoB) foi acusado por abuso de poder econômico

O juiz eleitoral Flávio Roberto Ribeiro Soares julgou improcedente a ação de investigação judicial eleitoral que pedia a cassação do prefeito de Paço do Lumiar, Domingos Dutra (PCdoB), e de sua vice Maria Paula Desterro (SD). O magistrado entendeu que Dutra e sua vice não praticaram atos de abuso de poder político e econômico comprovados que invalidem as eleições de 2016.

Em sua decisão, o magistrado considera a ausência de citação de uma das partes que constam do processo, no caso o governador Flávio Dino, e descarta a possibilidade de emendar a petição inicial para realizar a citação, em função da perda do prazo. Com a decisão, o juiz eleitoral extinguiu o processo.

“Pelos fundamentos suso delineados, acolho a Questão de Ordem arguida pelos representados, no sentido de reconhecer a ausência de citação do litisconsorte passivo necessário, bem como a impossibilidade de emendar a petição inicial, em razão da decadência, ao tempo em que julgo improcedente a AIJE (ação de investigação judicial eleitoral) e extingo o processo com resolução do mérito, nos termos do art. 487, inciso II, do novo CPC”, diz o juiz eleitoral Flávio Roberto Ribeiro Soares em seu despacho.

As ações contra Domingos Dutra e sua vice Maria Paula Desterro se referem a uma distribuição de títulos de terra feita pelo governador Flávio Dino em Paço do Lumiar, e ao uso da máquina administrativa do Governo do Estado em benefício da candidatura de Dutra e sua vice à Prefeitura de Paço, em 2016.

“O parecer do Ministério Público e a decisão do juiz são justas, uma vez que fiz uma campanha a pé (950 km), comendo camarão seco com farinha, fatos que jamais configuram abuso de poder econômico”, declarou o prefeito Dutra, após saber da decisão da Justiça Eleitoral.

Ministério Público

Na semana passada, a Promotoria de Justiça da Comarca de Paço do Lumiar havia se posicionado contra a cassação, por entender que não existiam provas suficientes de que o prefeito de Paço do Lumiar e sua vice haviam praticado abuso de poder político e econômico nas eleições de 2016.

O parecer dado pela promotora Raquel Pires de Castro destacou que não ficou comprovada a alegada prática de abuso de poder econômico e político, e nem a distribuição de títulos de terra em benefício do prefeito eleito de Paço do Lumiar. A promotora disse em seu despacho que não achou evidências para sustentar ou manter o pedido das ações.

O parecer do Ministério Público citou que, para ser configurado abuso de poder político, deveria ter ocorrido manifesto desvio de finalidade e/ou comprometimento da disputa eleitoral e da legitimidade do pleito. Afirma que, de acordo com os depoimentos testemunhais, ficou claro que o cadastramento de famílias que receberam títulos de terras era realizado por servidores do Iterma e que tal regularização foi provocada pela grande quantidade de requerimentos que tramitavam naquele órgão, desde outubro de 2015.

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